Matriz São Bento ARARAQUARA/SP

HISTÓRIA DE ARARAQUARA

O fundador de Araraquara foi Pedro José Neto, nascido no ano de 1760, em Nossa Senhora da Piedade de Inhomirim, Rio de Janeiro. 
Mudou-se para Minas em 1780, onde casou-se com Ignácia Maria e tiveram dois filhos. Em 1787, a família mudou-se para Itú e, por motivos políticos, precisaram fugir e, em 1790, vieram para os Campos de Aracoara (que significa “Morada do Sol), região habitada pelos índios Guayanazes.

Neste local, Pedro José Neto e seus filhos construíram uma capela dedicada a São Bento. No dia 22 de Agosto de 1817, com o decreto real n° 32, foi criada a freguesia de São Bento.
Com cerca de 330 habitantes, a economia era baseada na agricultura de subsistência.

Dois meses depois foi elevada à categoria de distrito e em julho de 1832 passou para a categoria de município. Nessa mesma época chegaram as primeiras mudas de café e laranja, através de José Joaquim de Sampaio. Através da Lei provincial n° 61, passou à categoria de comarca e em 1884 a chegada da ferrovia faz a cidade entrar no comércio do café. Foi em 1889, através da Lei Provincial n° 07 que Araraquara foi elevada à categoria de cidade.

HISTÓRIA DA MATRIZ SÃO BENTO

 

Em 1805, Pedro José Neto, fundador de Araraquara, construiu junto com seus dois filhos uma capela dedicada a São Bento, que foi considerado o padroeiro da região então chamada de Campos de Aracoara.

          Durante alguns anos essa foi a única capela dos arredores, construída com paredes de taipa e coberta com palha; seu Vigário era o Padre Francisco Manuel Malachias.
Em 1817, por intermédio de Bento de Aguiar Barros, o Barão de Itu, foi criada a paróquia de São Bento. Desta forma, no dia 22 de Agosto de 1817, D. João VI instituiu a Freguesia de São Bento de Araraquara e Dom Matheus Abreu Pereira criou a Paróquia de São Bento.

 

A nova construção da Matriz ficou pronta em 1875, mas foi demolida alguns anos depois, em 1887. Inaugurada em 1891, a Matriz tinha estilo barroco.

Foi modificada em 1908 e permaneceu até 1961, quando foi demolida para dar lugar à nova igreja que já estava sendo construída desde Maio de 1956. Esta construção foi iniciada pelo Cônego Aldomiro Storniollo com projeto do arquiteto Torello Dinucci.

A mais antiga paróquia da diocese de São Carlos passou mais de 50 anos com sua igreja sem ser finalizada por falta de orçamento. Isso fez com que a Matriz adquirisse uma característica que não constava no projeto inicial: os tijolos das paredes que ficaram sem acabamento.

No ano de 2009, o atual pároco, padre Marcelo Aparecido de Souza, retomou a obra com o objetivo de reformar as estruturas que apresentavam problemas, como o telhado e a cúpula e finalizar a construção desta linda e grandiosa igreja.

Padre Marcelo Aparecido de Souza

Pároco

Nascido em 27 de outubro de 1971, em Araraquara, é Filho de Irene e Gerson. Seus irmãos são Marcos e Márcia e tem quatro sobrinhos.
Ordenado em 29 de agosto de 1997, seu lema de ordenação é:
“Eu vos darei pastores segundo o meu coração.” (Jr 3, 15)
Sua primeira paróquia foi Nossa Senhora das Dores, em Bariri, onde permaneceu por 10 anos. Foi enviado por Dom Paulo Sérgio para estudar em Roma, e concluiu seu doutorado na Pontifícia Universidade Gregoriana. Voltou ao Brasil em 2009 para assumir como pároco da Matriz. Atualmente é Coordenador de pastoral da Diocese de São Carlos.
Está na Matriz desde 15 de Agosto de 2009.

Padre Anderson Rodrigo de Oliveira

Vigário

Nascido em 03 de Maio de 1980, em Matão; é filho de Carlos e Marta e tem dois irmãos, Roberta e Paulo. Foi ordenado sacerdote na Paróquia Senhor Bom Jesus, também em Matão, no dia 11 de Maio de 2012.
Assumiu como pároco na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Ibaté, onde permaneceu por quatro anos. Fez um ano de experiência na Fazenda Esperança e imbuído de amor aos irmãos e pelo amor de benevolência é membro do Movimento dos Focolares, no qual usa também seu Lema de Ordenação:
“Nós acreditamos no amor.” ( I Jo 4,16).
Atualmente é Assessor para as Pascom do Vicariato São Bento.
Está na Matriz desde janeiro de 2018.

Diácono João Olimpio Tognolli

Diácono Permanente

Nascido em 28 de outubro de 1950, em Araraquara, filho de Ângela e Olympio Tognolli.
Casado com Iride Maria Valdemarin Tognolli em 24 de julho de 1976, tem um filho, Júnior, casado com Elizandra e um neto Henrique.
Professor Doutor em Química pela Unesp em Araraquara, onde atuou durante 36 anos, encontra-se aposentado desde 2012.
Ordenado diácono permanente por D. Joviano Lima Junior em 26 de dezembro de 2000, tendo como lema
“Eu vim para servir e não para ser servido” (Mt 20,28).
Provisionado na Matriz de São Bento em Araraquara em janeiro de 2001, foi nomeado administrador da Diaconia de Santa Ângela de Merici, em Araraquara de 2002 a 2008.
Atualmente é secretário da Escola Diocesana de Teologia, desde fevereiro de 2018.

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